V SEMINÁRIO INTERNACIONAL DESFAZENDO GÊNERO
V DESFAZENDO GÊNERO

Conhecimento dissidente, cura coletiva e novas modulações da experiência

22 a 25 de novembro de 2021 - Online

Histórico

Histórico

Confira abaixo um breve resumo sobre as edições anteriores do Desfazendo Gênero!

2013: Subjetividade, Cidadania e Transfeminismo
O I Seminário Internacional Desfazendo Gênero ocorreu entre 14 e 16 de agosto de 2013 na Universidade Federal do Rio Grande do Norte, organizado pelo Núcleo Tirésias, na época coordenado pela professora Berenice Bento. Nesta primeira edição, o Desfazendo Gênero já contou com uma conferência de abertura internacional, de Marie-Hélène Bourcier (Universidade de Lille III), cinco minicursos, oito mesas redondas, uma mostra artística (com teatro e cinema) e a apresentação de pesquisas em 39 Simpósios Temáticos(GTs). 

2015: Ativismos das Dissidências Sexuais e de Gênero
A segunda edição aconteceu em setembro de 2015, sob a coordenação do professor Leandro Colling, e trouxe na conferência de abertura a filósofa Judith Butler (Universidade da Califórnia, Berkeley), contou com a participação de aproximadamente 1.500 pessoas, apresentação de 759 trabalhos em 71 Simpósios Temáticos e 50 trabalhos apresentados em pôster, além do lançamento de dezenas de livros, mostras artísticas com shows, performances e peças teatrais.

2017: Com a Diferença Tecer a Resistência
Já a terceira edição ocorreu de 10 a 13 de outubro de 2017, na cidade de Campina Grande, com o tema “Com a Diferença Tecer a Resistência”, sob a liderança do Núcleo de Investigações e Intervenções em Tecnologias Sociais/NINETS, da Universidade Estadual da Paraíba, coordenado pela professora Jussara Carneiro Costa. O evento contou com 1.450 pessoas inscritas; recebeu 1.052 propostas de comunicações orais e 52 propostas de pôsteres; possuiu 69 simpósios temáticos, 27 oficinas, 32 minicursos e recebeu a participação da professora Jasbir Puar (Universidade de Rutgers, Nova Jersey) como conferencista de abertura. Todas essas edições do Desfazendo demonstram a capilaridade acadêmico-científica das universidades-sede e das cidades que acolheram o evento, o que torna esse seminário referência nacional e internacional no tocante às questões de gênero e sexualidade e suas intersecções com diferentes marcadores sociais.

2019: Corpos dissidentes, corpos resistentes: do caos à lama
A quarta edição do evento ocorreu entre 13 e 15 de novembro de 2019, na cidade de Recife, coordenado pelos professores Natanael Azevedo e Iran Melo, ambos da UFRPE. Nessa edição foi reforçado o caráter político, em sentido amplo, de problematizar e recriar de forma permanente a produção de conhecimento sobre gênero, de compreender que essa produção também é política, de entender que o ativismo também produz conhecimentos e de que todo saber precisa estar a serviço de políticas para que as pessoas respeitem, reconheçam e aprendam com as múltiplas possibilidades de gênero que existem em nossas sociedades.


2021: Conhecimento dissidente, cura coletiva e novas modulações da experiência
Consoante às edições anteriores do Seminário Desfazendo Gênero, o debate da quinta edição está em torno de problemas diversos que envolvem as relações de gênero e as sexualidades com a historicidade das práticas sociais. O evento tem como propósito reunir pessoas interessadas de diversas formações e perfis, com predominância para estudantes, pesquisadores/as, professores/as de diferentes níveis de ensino, artistas e ativistas. Para a 5ª edição, sob a coordenação da professora Verônica Marques (UNIT), foi escolhido como macrotema “Conhecimento dissidente, cura coletiva e novas modulações da experiência”. Orientado pelo macrotema, esta edição tem por objetivo provocar, no contexto pandêmico da Covid-19, discussões pontuais e transversais, de modo a compor propostas sobre outras “pandemias ocultas” na sociedade do século XXI. Evocamos o pensamento dissidente que conduz a outros saberes e abre margem para instigantes desafios a serem enfrentados em campos severamente disputados. É preciso não negligenciar a violência e seus impactos em corpos dissidentes, esses que tencionam e subvertem expectativas conservadoras e normalizadoras. Agências, processos de subjetivação, representações políticas e políticas públicas configuram mecanismos de resistência e disposições da cura frente a bionecropolítica genderizada. Comunidade lgbtqia+, negra, quilombola, indígena, ativista, ao tempo que interpelam publicamente os poderes hegemônicos do cis-heteropatriarcado exclamam: #parem de nos matar!